English Spain Français Deutsch Italian Japan Russian Korea

quinta-feira, 1 de abril de 2010

OSSOS DO OFICIO

REUNIÃO DE PAIS e PROFESSORES
Caros blogueiros de plantão, reunião de pais é uma “maravilha” nós professores que o diga, se você não participou de uma, eu aconselho, vai, pois é uma “benção” aqueles pais e mães com perguntas clássicas e “lógicas” enfim, eu particularmente “amo” de coração, principalmente, quando sou abordado por sedentos que buscam por um culpado, pelo péssimo desempenho NUMÉRICO, pois alguns pensam que reunião bimestral é para mostrar resultados nos boletins, mais poucos reconhece que o saldo é conseqüência da soma e que notas e conteúdos é resultado de uma integração entre ESCOLA e FAMÍLIA, pois muitos pais estão esquecendo-se de ir buscar seus filhos nas escolas, não na hora da saída, mais sim na hora da entrada, pois muitos ainda pensam que instituição escola, professor, quadro negro, giz e carteira é Babá de meninos e meninas, todos verdadeiros “anjinhos” para com seus tutores paternos e práticos artistas para seus tutores pedagógicos. Pensando nessa obvia reflexão, proponho a simulação fictícia de um diálogo que geralmente nos professores e professauros somos obrigados a ter, nas “famosas” e “estimulantes” reunião de pais.

PAI: como ta meu filho? PROFESSOR: bom dia (...), bem, quando seu filho foi embora hoje, assim que a aula acabou ele parecia está ótimo, mas agora eu não sei... PAI: o conteúdo tá muito pesado para o meu filho. PROFESSOR: uai! Eu me lembro que pedi para ele estudá-lo somente e não carregar nas costas. PAI: já não sei o que faço. PROFESSOR: eu sei, mas não posso falar... PAI: esse menino não me respeita. PROFESSOR: também né. PAI: a mensalidade do colégio é muito cara. PROFESSOR: o financeiro é logo ali, terceira sala á direita. PAI: meu filho tá sendo perseguido. PROFESSOR: ai é caso de policia! O senhor não acha? PAI: esse menino é impossível. PROFESSOR: você descobriu isso sozinho? PAI: o colégio não passa tarefa para o meu filho realizar em casa. PROFESSOR: você já procurou o colégio para falar sobre isso? PAI: meu filho disse que faz o que quer. PROFESSOR: na sua casa? PAI: já vi que neste colégio os professores não estão instruídos para exercerem essa profissão. PROFESSOR: o senhor já se perguntou, se está instruído para ser pai? PAI: eu vou nessa, meu filho não aprende, não sabe nada e na realidade eu to gastando é dinheiro. PROFESSOR: Ossos do oficio! Por: Cristiano
Alexânia 01 de Abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

"CADA MACACO NO SEU GALHO"

Uma expressão tão antiga, quanto andar pra frente, porém de grande valor filosófico quando o assunto é cuide de vida sua, que da minha cuido eu. Em um texto que escrevi anteriormente com o tema: “quem quer ser professor?” eu expresso minha profunda indignação com relação aos milhares e milhares de “professores” que querem ser professor, pode parecer estranho, mais é pura realidade, e detalhe, não me venha com essa de que todos têm um pouquinho de professor em si, pois no decorrer desse texto vou mostrar que se tivéssemos um pouquinho de cada profissão em nós, imagina como seria o programa (AMIGOS DA ESCOLA) antes, quero dizer que não tenho nada contra esse projeto, realizado pelas ORGANIZAÇÕES GLOBO, porém numa visão macro, ou seja, os vários setores da economia, política, cultura, sociedade, tecnologia [...] enfim imagine se fosse criado os amigos do poder judiciário, nossa que legal! Acredito que seria fantástico, milhares de voluntários, ajudando a despacharem os “infinitos” processos que estão parados a anos e anos, fora que a justiça de lenta passaria a ser veloz e eficiente, será? Mais pensando ainda na idéia de criar amigos para os vários setores, que tal criarmos os amigos da saúde, gente, é de emocionar, imagina, as quilométricas filas de mortos e vivos nos hospitais públicos desse pais sendo acabadas e substituídas por corredores limpos e vazios, os erros médicos acabando, as filas de doações sendo diminuídas, pois bem, você acredita? Olha o próximo amigo que seria criado, seria os amigos da segurança pública, eita, esse é de trazer alegria aos milhões e milhões que sofrem com a violência urbana e com os descasos das autoridades, imagina, todos nós sendo “policiais” por um dia? É eu pensei e creio que a idéia não seria tão boa, imagine na prática? Agora vocês todos vão gostar, os amigos do sistema bancário, olha a benção que seria, meus amigos blogueiros, nós simples mortais, vestindo uma camisa e adentrando naquele banco careiro e que prática todo tipo de “roubalheira”, pensa em você, dando “pitaco” nos assunto bancários uhm! Deu água na boca, mais ainda temos os amigos dos vereadores, prefeitos, deputados, senadores e presidente, cara eu acredito que agora sim, com tantos amigos esse Brasil iria pra frente. O perigo disso tudo é se, todo galho tivesse um bando de amigos, o mesmo já teria quebrado como no caso da educação, ai resta pensarmos em outro tema para essa matéria, que seria, “quem quebra galho é macaco gordo” (FONTE: IMAGEM - namarquisebbb.blogspot)
Por: Cristiano Castilho.

Alexânia 31 de Março de 2010.

domingo, 28 de março de 2010

Quem tem boca VAI ou VAIA Alexânia?

QUEM TEM BOCA VAI A ROMA OU VAIA ROMA?

ROMA NÃO PRECISA SER VAIADA, ALIÁS EM CERTOS PONTOS ELA PRECISA É SER RECONHECIDA E APLAUDIDA

Cunhamos as línguas sob a ilusão de que poderíamos, pela palavra, sobrepujar e esculpir a realidade. Algo, no entanto, deu errado. Não só a realidade se opôs à nossa pretensão de domínio pleno como os próprios idiomas se revelaram incontroláveis, seguindo caminhos tortuosos que muitas vezes flertam e se distorcem. É o que demonstra o recém-lançado Dicionário de Expressões Coloquiais Brasileiras, do professor carioca Nélson Cunha Mello, o mesmo explica que a expressão que se segue: "quem tem boca vai a Roma" decorre de "quem tem boca vaia Roma", Ou seja, Esta frase quereria então dizer que quem sabe falar insulta o poder, ou melhor, que o indivíduo que domina a palavra, porque a domina, insulta o símbolo do poder ou da Igreja, pois a boca significa a capacidade de falar, de perguntar, de comunicar; o verbo ir tem que ver com o percurso, a caminhada, significando passar de um lugar a outro, deslocar-se, mas também evoluir, progredir; Roma fora, a capital, a cidade mais importante do mundo conhecido dos europeus, mas uma cidade que ficava longe, sob o ponto de vista dos mais remotos territórios que constituíam o vasto império, e, por outro lado, esta é a cidade cabeça da Igreja Católica, traduz a própria Igreja, o seu governo, o papado, significando para os católicos o que de melhor existe e que se procura alcançar. Chegar a Roma poderá ser difícil, mas quem tem a capacidade de falar ultrapassará os obstáculos e alcançará o que pretende: conseguirá chegar longe, até conseguirá chegar a Roma. Enfim e quanto a Alexânia, localizada ás margens da BR-060, cidadezinha do interior de Goiás, próxima a Brasília uns 80 km, segundo estimativa do *IBGE (20.706 habitantes para 2009), quem vai ou vaia Alexânia é os que por aqui não ficam e não deixam suas riquezas pois em pleno século 21 ainda não possui uma REDE DE ESGOTO COMPLETA, ao contrario dos Romanos que guiados pelo bom senso, deram grande importância aos cuidados sanitários e de higiene. Havia um sistema de esgotos na cidade de Roma que não foi ultrapassado por qualquer sistema semelhante no mundo todo, até o século XIX. Criado por (Lucumón Tarquínio Prisco, "o velho" – Quinto rei romano [580 - 514 a. C.] que o concluiu no ano em que morreu 514 a.C). Com uma galeria com 740 m de extensão e diâmetro equivalente de até 4,30m, de pedras arrumadas, denominada de Cloaca Máxima, para drenagem do solo encharcado aos pés da colina do Capitólio e esvaziando no Tibre. Além de privadas nas casas, havia sanitários públicos, alguns deles muito luxuosos, todos equipados com água corrente. É de vaia ou de chorar? A própria História nos alerta e nos deixa perplexos diante de tal descaso com a população, que mercê dos “problemas” internos da prefeitura, fica ai, desprovida de seus “Imperador (es) ou Imperatriz (es)” que de Romanos eles só herdaram a cultura, e olha lá!

Por: Cristiano Castilho.

Alexânia 28 de Março de 2010.